
Primeiro Aqui Ao Lado
Território de Atividade: Coimbra
Mapear barreiras, ouvir quem vive a cidade e acelerar soluções de inclusão.
O projeto Primeiro Aqui Ao Lado pretende melhorar, de forma concreta e rápida, as condições de acessibilidade no espaço público da cidade de Coimbra, a partir das necessidades reais das pessoas com deficiência. Em vez de priorizar apenas grandes intervenções urbanas ou zonas turísticas, o projeto foca-se nos percursos do dia a dia: caminhos para o trabalho, para a escola, para os serviços de saúde, para o lazer e para a participação cívica.
A proposta baseia-se na auscultação direta da comunidade de pessoas com deficiência, que será convidada a mapear os seus trajetos habituais e a identificar barreiras arquitetónicas e urbanísticas que dificultam a sua mobilidade. Estes contributos serão organizados em relatórios e mapas georreferenciados, permitindo definir prioridades de intervenção de proximidade, muitas vezes resolúveis com alterações simples, como rebaixamento de passeios ou reorganização do mobiliário urbano

Equipa
A equipa é composta por uma pessoa formada em Design e Tecnologia das Artes Gráficas


Objetivos
Reduzir barreiras arquitetónicas e urbanísticas que limitam a mobilidade das pessoas com deficiência.
Dar voz às pessoas com deficiência na definição das prioridades de intervenção no espaço público.
Melhorar o acesso seguro a serviços, trabalho, lazer e participação cívica.
Sensibilizar a comunidade e as instituições para a importância da acessibilidade universal.
Criar mecanismos práticos de articulação entre cidadãos, universidades e entidades públicas.
Contribuir para uma cidade mais inclusiva e alinhada com os direitos humanos.
Atividades Previstas
Criação de parcerias com universidades, associações da área da deficiência e entidades públicas
Seleção e formação de voluntários para participação no projeto-piloto.
Realização de visitas de campo e mapeamento dos percursos habituais das pessoas com deficiência.
Registo georreferenciado de barreiras e propostas de intervenção no espaço público.
Elaboração de relatórios e “perfis de atuação” para priorização das intervenções.
Apresentação dos resultados às entidades responsáveis e acompanhamento das respostas.
Desenvolvimento de soluções tecnológicas que permitam mapeamento autónomo pelas próprias pessoas com deficiência.
Expansão progressiva do projeto a mais participantes e zonas da cidade.
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